Dúvidas sobre reprogramação de centralinas e filtros de partículas. Não encontra o que procura? Fale connosco.
É a otimização do software que comanda o motor. Ligamo-nos à ficha de diagnóstico e lemos o ficheiro original da centralina, um conjunto de mapas que definem, entre outras coisas, o combustível injetado e o ar admitido. Os nossos técnicos analisam esse ficheiro e ajustam os parâmetros para a potência e binário pretendidos, dentro das margens de fiabilidade do motor e mantendo a opacidade dos gases de escape dentro dos limites legais de inspeção. O ficheiro otimizado é novamente gravado na centralina. No fim a viatura está pronta a circular, sem rodagem nem período de adaptação.
Ao contrário de um chip, não é preciso abrir nem soldar a centralina. Ao contrário de uma centralina adicional, as alterações são feitas no próprio programa de origem e não numa camada que intercepta e adultera sinais, o que elimina uma fonte comum de erros. Trabalhar diretamente no software original permite ainda afinar cada parâmetro ao detalhe, em vez de aplicar um ganho genérico.
O Stage 1 trabalha apenas o software, com a mecânica de série e dentro das margens de segurança dos componentes originais. O Stage 2 pressupõe alterações físicas, tipicamente admissão, downpipe ou escape, e o software é desenvolvido para tirar partido delas. Se a viatura está de série, o Stage 1 é o caminho.
Desde que não se ultrapassem as tolerâncias de funcionamento do motor, não. É esse o critério que usamos ao definir os valores. Vale a pena lembrar que a longevidade de um motor depende muito mais do estilo de condução, da qualidade dos óleos e do cumprimento das revisões do que da reprogramação em si.
Com condução moderada tende a descer. O motor passa a ter uma faixa de utilização mais alargada, o que permite andar mais tempo em relações altas: em ultrapassagens ou subidas deixa de ser preciso reduzir. Dito isto, o consumo real depende sobretudo do pé direito.
Varia de viatura para viatura. Na maioria dos casos fala-se de 10 a 15 km/h, com exceções em que o aumento ultrapassa os 30. Muitas viaturas têm limitador eletrónico de velocidade e, nesses casos, a máxima não sobe com a reprogramação: o limite é imposto por software e não pela potência disponível. Esse limitador pode ser removido a pedido, desde que os pneus montados tenham índice de velocidade compatível com a nova máxima. É uma condição que verificamos sempre antes de o fazer.
Preferimos ser claros consigo: pode perder, sim, pelo menos parcialmente.
A reprogramação é uma alteração ao software original do veículo. A generalidade dos fabricantes exclui da garantia as avarias associadas a modificações não aprovadas, sobretudo em motor, turbo, transmissão e sistemas de emissões. A garantia não cai toda automaticamente, mas se houver uma avaria num componente afectado pela alteração, o fabricante pode recusar assumi-la.
Também não é verdade que seja indetectável. As centralinas actuais guardam contadores de programação, somas de verificação e registos internos que permanecem mesmo depois de reposto o software de origem, e esses dados são lidos na rede oficial em cada intervenção. Quem lhe disser que não fica rasto não está a ser honesto consigo.
Se o veículo está dentro do período de garantia do fabricante ou de um contrato de manutenção, fale connosco antes de avançar. Explicamos-lhe o que fica exposto no seu caso concreto e, se fizer sentido, aconselhamos a esperar. Há clientes para quem a decisão certa é não reprogramar agora, e dizemos isso abertamente.
Ganhos claros na aceleração e sobretudo nas recuperações. O carro fica mais elástico: em ultrapassagens ou subidas basta acelerar, sem ter de reduzir. É essa disponibilidade a baixa e média rotação que a maioria dos clientes nota primeiro.
Num Stage 1, não. Ainda assim, se pretende usar a viatura de forma mais desportiva, vale a pena rever travagem e suspensão, porque mais potência pede a mesma atenção ao resto.
Os normais de qualquer viatura: revisões a horas, óleo de qualidade e filtros em dia. Não há cuidados especiais.
Cerca de 90 minutos, com marcação prévia. Não precisa de deixar a viatura, pode aguardar nas nossas instalações.
Sim. O ficheiro original fica guardado connosco e pode ser reposto a qualquer momento.
Ligar o cabo é a parte fácil e é a única que se vê. O que paga é o resto: o diagnóstico prévio, o equipamento profissional, saber ler o ficheiro e perceber o que alterar, onde e porquê, os testes e logs de validação, e a responsabilidade de garantir que a viatura sai daqui melhor do que entrou, e que há quem responda se algo correr mal. Sai sempre mais caro pagar pouco e depois pagar a dobrar para corrigir.
Dinheiro, multibanco e transferência bancária. Não aceitamos cheques.
O FAP (Filtro Anti Partículas) ou DPF (Diesel Particulate Filter) é um dispositivo montado na linha de escape das viaturas a gasóleo. Retém as partículas sólidas de combustível mal queimado e a fuligem dos gases do motor, reduzindo a emissão de partículas nocivas para a atmosfera.
O interior é feito de um material cerâmico poroso, normalmente cordierite ou carboneto de silício. Os gases de escape são obrigados a atravessar as paredes do filtro: a fuligem fica retida e os gases limpos seguem para o exterior. Como a sujidade se acumula, o filtro tem de ser limpo periodicamente através de um processo chamado regeneração.
É a auto-limpeza do filtro e funciona como um incinerador: ao subir a temperatura, a fuligem retida oxida e atravessa os poros. Para acontecer em condições, o motor precisa de estar à temperatura de funcionamento e a viatura de circular acima dos 50 km/h.
Exige temperaturas de escape acima dos 550 graus, que raramente se atingem em condução urbana. Um sensor de pressão diferencial mede a pressão antes e depois do filtro; quando a diferença indica colmatação acima dos 40 por cento, a centralina dá ordem de regeneração e introduz pós-injeções de combustível para levar os gases perto dos 600 graus. Um sensor de temperatura impede que o filtro chegue ao ponto de fusão. Assim que a pressão normaliza, o processo termina, normalmente ao fim de uns 20 minutos.
Não precisa de estratégias adicionais. Assenta na oxidação da fuligem em presença de dióxido de azoto, que ocorre entre os 250 e os 400 graus. Um catalisador, geralmente com platina, converte o monóxido de azoto dos gases em dióxido de azoto. É o método preferível do ponto de vista do consumo, mas a maioria dos sistemas combina os dois. Em qualquer dos casos sobra cinza incombustível, que permanece no filtro e só sai com limpeza física.
O primeiro indício são luzes de aviso acesas ou a piscar, seja do filtro, do motor ou dos pré-aquecimentos. As causas mais comuns são o sensor de pressão diferencial, o sensor de temperatura, a sonda lambda, tubos de pressão danificados, falta de aditivo Eolys nas viaturas que o utilizam ou filtro muito obstruído. Há também avarias externas que colmatam o filtro mais depressa: EGR a funcionar mal, sistema de injeção deficiente ou turbo desgastado. Outro sinal frequente é o nível de óleo anormalmente alto, típico de motores que regeneram vezes de mais.
Desenvolvemos soluções de reprogramação adaptadas às especificações de cada veículo, com foco em desempenho, segurança e conformidade técnica. Trabalhamos com ferramentas profissionais licenciadas e desenvolvemos cada ficheiro à medida da viatura, respeitando as margens de segurança definidas pelo fabricante.
Utilizamos equipamentos de medição e diagnóstico de alta precisão para validar todos os resultados. Cada reprogramação é acompanhada de testes em ambiente real e relatórios técnicos completos, assegurando fiabilidade, segurança e total transparência no serviço prestado.
Prestamos um atendimento dedicado e transparente: o cliente sabe sempre o que foi alterado na sua viatura e porquê. Garantimos total acompanhamento durante o processo e mantemos um compromisso de apoio no pós-serviço, de forma a assegurar que o resultado final vai ao encontro das expectativas e necessidades do cliente.
Na NGP, a paixão pela performance automóvel é o que nos move. A nossa missão é clara: elevar a experiência de condução através do desenvolvimento de soluções eletrónicas à medida, pensadas para tirar o melhor partido de cada viatura.
Crescemos com os nossos clientes, sempre com uma abordagem focada em resultados reais, confiança e proximidade. Cada projeto é tratado com o rigor e dedicação que garantem um serviço de excelência.
A nossa equipa técnica mantém-se atualizada com as mais recentes tecnologias e tendências do setor, investindo continuamente em formação e equipamentos. O nosso objetivo é simples: superar expectativas com profissionalismo, precisão e paixão pelo que fazemos.
Convidamos-te a seguir a nossa atividade nas redes sociais e no nosso canal de YouTube. Partilhamos conteúdos exclusivos, demonstrações práticas e todas as novidades sobre os nossos serviços.
Aumento seguro de potência e binário, dentro das margens de segurança dos componentes originais. Ideal para quem procura melhor resposta sem alterar componentes físicos.
Mais performance com pequenas alterações como filtros, downpipe ou escape. Aproveitamento máximo da mecânica com ajustes de software dedicados.
Desbloqueio de centralinas BMW e MINI posteriores a 06/2020, feito nas nossas instalações, para permitir a leitura e reprogramação do software original.
Vários mapas de motor selecionáveis pelo condutor e controlo de arranque, desenvolvidos à medida de cada viatura.
Adiciona um toque sonoro irreverente à condução com configurações especiais no escape. Um efeito vibrante e entusiasmante que intensifica o prazer de conduzir e valoriza a presença do veículo.
Leitura e interpretação de dados eletrónicos com equipamentos específicos. Identificação precisa de falhas e estados operacionais do motor.
"A NGP superou todas as minhas expectativas! O Manel é um profissional extraordinário e sabe muito bem aquilo que faz. Os carros ganham outra alma! Recomendo a quem quer dar vida ao seu carro."
— João S. · há 2 meses
"Após pesquisa de várias reprogramadoras optei pela NGP sem qualquer tipo de aconselhamento externo. Super satisfeito com o resultado. A carrinha ficou bem mais leve e solta. O Sr. Manuel foi extremamente simpático e prestável durante todo o processo."
— Bruno P. VW Passat · há 10 meses
"Um atendimento rápido e de qualidade, o carro ficou a andar muito bem! Foi feito um trabalho muito bem feito."
— Tomás P. · há 6 meses